Terça-feira, 25 de Março de 2008

Jornada de Lutas pela Educação

Quando Aristóteles afirmou em seu conceito de Justo Distributivo: "Dar-lhe a cada um o que é seu" ele nos propos uma idéia de justiça levada no que o Estado, com efeito, distribui aos governados com a intenção de evitar as faltas e também os excessos. Seguindo esse raciocínio posto aqui neste tão próspero blog o meu repúdio à forma de acesso ao ensino superior público e em reverso às altas taxas das mensalidades nas instituições de ensino superior de Sergipe.
A Jornada de Lutas pela Educação é um movimento promovido pela UNE e pela UBES à cerca de discurções no ambito nacional sobre melhorias da educação no país como também reivindicações locais e nacionais. Quem quiser saber mais pode acessar o site da UNE pelo http://www.une.org.br/ .
E em foco dessas discursões é que eu coloco em evidencia o senso de justiça, à qual os filósofos se dedicaram incansavelmente para deter-la. Será que é "justo" um aluno da classe média alta ser um "estudante profissional", pagar um valor significativo em uma instituição privada de ensino e gozar dos melhores e mais avançados meios de conhecimento disputar com um estudante oriundo das classes baixas, que ao sair do colégio vai à um trabalho de estágio para poder pagar a passagem de ônibus e os seus desfrutos, que para ter acesso à um meio de informação paga um real em uma lan house qualquer? Sem falar em outros contrapontos que poderiamos alcançar aqui depois de uma reflexão rápida sobre o mesmo, que por fim deixarei por vocês.(É claro que há excessões)
Será que é justo o trabalhador que se esforça para conseguir o "pão de cada dia" ainda disputar igualmente uma vaga na universidade com um "estudante profissional" que se quiser tem"cada dia um tipo de pão"?
E esse mesmo trabalhador com intenções futuras de um "próspero ano novo" adentra em uma Faculdade privada e ainda recebe a notícia de que de acordo com a taxa de juros e a crescente demanda nos negócios educacionais do país associados com o índice de expeculação educacional a parcela de seu curso irá aumentar, resumindo, necessidade da educação, porque se a faculdade A cobra R$ 586,00, a B cobra R$556,50 e a C cobra R$508,00 isso não é monopólio e sim diversidade equiparada.
Desculpe a falta de experiência do autor(e de tempo também- já que estou postando esse tópico no meio do meus serviços laboriais) mas, com efeito, deixei a minha indignação e um ponto de reflexão para os futuros gestores desse nosso estado. Essa mensagem também foi encaminhada ao reitor da FaSe, e quem puder encaminhar a pessoas do ramo educacional, obrigado!

Cryslan Marx Ramos
1 Vice-Presidente de USES
Estudante do curso de Eletrônica do CEFET/SE
Estudante do curso de Direito da FaSe
cryslan.uses@hotmail.com

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Experiência x Mercado

Todo estudante está qualificando a sua mão de obra e no entando precisa colocar as teorias em prática, mas nem sempre isso é possível, pois muitas das vezes o mercado exige coisas que restingem o acesso desses profissionais acarretando que o estudante de curso específico não exerça sua especialização, e sim atividades adversas.
O estudante precisa desempenhar o exercício profissional na área, sem isso a vida de cada indivíduo torna-se desgastante e muita das vezes deprecivas. É justo que o mercado absorva pessoas experientes e também não experiêntes, pois são os sem experiências que substituiram os experientes no futuro .

Domingo, 9 de Março de 2008

Responsabilidade Social

No Brasil, a questão da responsabilidade social tornou-se relevante na atualidade com o processo de globalização,além de uma crescente firmação do desenvolvimento sustentável associado ao estado do bem-estar,ou seja, uma sociedade buscando um equilíbrio entre o crescimento econômico e o desenvolvimento econômico.
Multinacionais instaladas no país e empresas de capital nacional estão considerando este tema como relevante e inerente ao processo de desenvolvimento,já que representa uma parceria entre os governos e as empresas privadas,para que os objetivos sejam alcançados através das PPPs.Tais parcerias ocorrem pelas diversas redes sociais de desenvolvimento humano,network humam,buscando a qualificação profissional e especialização da mão-de-obra existente no mercado de trabalho,preparando e modificando o processo de desenvolvimento.
As empresas envolvidas neste contexto não deixam de visar o lucro,mas buscam o equilibrio entre o objetivo central do capitalismo e o estado de bem-estar,como os Estados Unidos bem utilizou no período pós a crise de 1929,keynesianismo.